Experiências digitais reais e melhores definem retenção de clientes na indústria financeira.

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Estudo revela que nos últimos quatro anos os cinco maiores bancos do país registraram juntos uma queda de 7.8 pontos percentuais no número de clientes devido ao crescimento das fintechs.

A palavra “digital” já se tornou uma espécie de mantra praticamente em todos os segmentos de atividade econômica, mas quando se fala da indústria financeira essa realidade é ainda mais intensa. Desde as instituições centenárias até as recém-nascidas se proclamam digitais. Dizem que suas operações são as mais modernas, que oferecem as maiores facilidades, que oferecem o que há de mais moderno em tecnologia e muito mais. Ocorre que na prática nem tudo é assim e aos poucos o mercado está percebendo que só uma boa propaganda não basta.

É consenso entre os profissionais da área de que os consumidores modernos não estão mais se satisfazendo apenas com o que os comerciais de televisão dizem. A avaliação que eles estão fazendo de seus provedores de serviço está muito mais ligada à realidade do que à promessa.

A comprovação deste sentimento aconteceu no final de abril, quando uma reportagem publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo revelou o que pode ser o princípio de uma mudança de cenário nos serviços financeiros brasileiros.

Baseado num estudo feito pelo ex economista chefe da Febraban, Roberto Luis Troster, o veículo informou que os cinco maiores bancos do país, Bradesco, Itaú, Santander, Banco do Brasil e Caixa Econômico registraram em conjunto uma redução de seu domínio na atração e manutenção de clientes no total da população bancarizada do país.

Os números tem como base dados registrados pelo Banco Central e segundo o especialista, mostram que em 2014 as cinco instituições juntas tinham 72,3% de todos os usuários de serviços financeiros brasileiros. No final de 2018 a soma chegava a 64,5%.

A razão apontada para esta migração de 7.8 pontos percentuais é justamente a oferta de mais e melhores serviços digitais pelas fintechs e pelos chamados bancos digitais.

Outro estudo publicado pelo portal Mobileidworld.com detectou que 86% dos consumidores considerariam fortemente a possibilidade de substituir sua instituição financeira atual se fosse difícil para eles acessar sua conta on-line.

O número que vem a seguir torna este cenário bastante preocupante para os bancos pois apenas 28% dos entrevistados responderam que estavam satisfeitos com o nível de serviços on-line que estavam recebendo.

O texto afirma que as pessoas abordadas na pesquisa também estavam interessadas em ferramentas e serviços que os ajudassem a melhorar sua educação financeira, bem como recursos on-line que lhes dariam mais flexibilidade e controle sobre suas contas em vários canais.

Apesar de tratar de assuntos tão contemporâneos e futuristas, as pesquisas confirmam o que os antigos já falavam:

- Não basta falar. É preciso fazer. E fazer cada vez melhor.

Como tradicional parceira das maiores marcas da indústria financeira do país, a Sinqia oferece conhecimento, suporte e estrutura para conduzir as instituições financeiras pelo caminho de uma transformação digital real. Seus clientes saberão reconhecer essa diferença.

Entre em contato e vamos ser digitais juntos!