Grandes empresas pagaram US$ 6 bi em ações por administração inadequada de previdência.

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Cobrança de taxas excessivas, investimentos de risco elevado e iniciativas semelhantes levaram algumas das maiores corporações do mundo a serem condenadas em 201 vereditos desde janeiro do ano 2000.

Um estudo divulgado no início de abril demonstrou em números o quanto a gestão de planos de saúde, de aposentadoria ou pensão exige toda a atenção possível além de respaldo profissional competente e responsável. Caso contrário, aquilo que no início parecia ser uma fonte de lucro certo, pode se revelar um terreno árido de prejuízo e dores de cabeça no final.

De acordo com uma compilação de registros judiciais feita pela instituição Good Jobs First, e publicada pelo portal PR Newswire, grandes corporações pagaram juntas um total de US $ 6,2 bilhões em ações coletivas nas quais os funcionários alegaram que as empresas agiram de forma inadequada na administração de seus planos de saúde de aposentadoria ou pensão de benefício.

Esse valor é referente a 201 casos encerrados pela justiça desde janeiro de 2000 envolvendo corporações na Fortune 1000, na Fortune Global 500 e na lista da Forbes das maiores empresas privadas da América.

Nos processos existem alegações de vários tipos de má conduta por parte dos empregadores como: Cobrar taxas excessivas ou oferecer opções de investimento excessivamente arriscadas; Investimento inadequado de ativos de planos de previdência no estoque da empresa, especialmente em épocas de instabilidade; e Divulgação inadequada de informações financeiras para o planejamento dos participantes.

O maior acordo judicial alcançou o valor de US $ 480 milhões e aconteceu em 2014 num processo de benefícios de saúde para aposentados, movido contra a Daimler em nome dos trabalhadores nas fábricas de caminhões da empresa alemã.

O diretor de pesquisa da Good Jobs First, Philip Mattera explicou na reportagem que as ações coletivas se tornaram uma forma essencial para os trabalhadores protegerem seus benefícios de aposentadoria contra os abusos do empregador.

Apesar disso, alguns processos foram movidos contra administradores de investimentos ou administradores de planos, em vez do empregador. Por exemplo, o Bank of New York Mellon concordou com um acordo de US $ 335 milhões para resolver alegações de múltiplos fundos de pensão.

Além da Daimler e do Bank of New York Mellon, outras 13 grandes corporações tiveram um total de pagamentos de US $ 100 milhões ou mais. Entre elas: IBM, Foot Locker, Xerox, Bank of America, AK Steel, AT & T e JPMorgan Chase. A indústria com a maior parte dos pagamentos é a bancária, com um total de US $ 1,3 bilhão.

Evitar este tipo de punição exige uma combinação perfeita de ferramentas de gestão que permitam controle absoluto dos portfólios de investimento, além de automação dos processos operacionais e atendimento das áreas previdenciária, assistencial, financeira e controladoria.

O portfólio da Sinqia oferece justamente este tipo de soluções e serviços inteligentes que permitem compatibilizar a alta performance de lucratividade com uma busca incansável pela conformidade com as melhores práticas.

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Otávio Barros