Oportunidades para consórcio de imóveis cresce com mudanças no Minha Casa, Minha Vida

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Representantes do governo anunciaram oficialmente a intenção de promover mudanças profundas no projeto que tem sido um grande alavancador de vendas no setor imobiliário nos últimos anos.

Após ter sido responsável por aproximadamente 70% das vendas e lançamentos de imóveis no país nos últimos anos, o Programa Minha Casa, Minha Vida, do Governo Federal, deve não só mudar de nome em breve, mas também sofrer uma série de alterações estruturais que vão impactar diretamente as transações comerciais no setor. Preocupadas com essa perspectiva, as construtoras e todo o ecossistema envolvido já buscam alternativas para, pelo menos, manter o nível de negócios alcançado durante a vigência do modelo atual.

Em reportagem publicada pelo jornal DCI, o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmava no final de maio que o projeto havia ganhado um peso maior que o necessário para as contas públicas. Já no início de junho, em uma audiência pública, segundo o portal G1, o ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, anunciou que o governo pretende dividir o Programa Minha Casa, Minha Vida em duas vertentes voltadas para a habitação social. Uma delas seria destinada a famílias de baixíssima renda e outra a famílias de baixa e média renda.

O DCI informa que, ao completar 10 anos em 2019, o Programa acumulou mais de R$467 bilhões em investimentos. A publicação também comenta que as incertezas sobre sua continuidade e a forma como se dará fizeram com que as construtoras começassem a pensar em soluções para tornar a compra do imóvel atrativa, mesmo que o governo mude as diretrizes.

Neste cenário, crescem as oportunidades para o consócio de imóveis, modalidade de financiamento que somente no primeiro trimestre teve uma alta de 18% na venda de novas cotas de acordo com notícia publicada no Radar Imobiliário da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC).

Os especialistas colocam essa opção em vantagem neste momento pelo fato de que no financiamento bancário é comum a necessidade de dispor de um valor substancial para dar entrada em um imóvel. Optando por um consórcio isso não é necessário.

Outro benefício é que no financiamento bancário o comprador vai acabar pagando sempre um valor a mais pela casa ou apartamento, em função da cobrança de uma taxa de juros. No consórcio de imóvel não existe essa preocupação, já que nesta opção de negócio não se cobra juros.

Diante deste cenário, o que se espera é um ganho significativo da participação dos consórcios no volume total de vendas do mercado imobiliário brasileiro a curto e médio prazo. As administradoras precisam estar atentas para absorver e oferecer soluções que consigam proporcionar ao cliente uma experiência impactante que venha a impulsionar ao máximo essa demanda.

Com sua capacidade de integrar todos os processos, alinhando operação e estratégia, a Sinqia disponibiliza as condições ideais para as administradoras de aproveitarem este momento favorável e potencializar suas vendas.

Entre em contato e saiba mais sobre as soluções da Sinqia para consórcios!

Otávio Barros