Robôs e algoritmos não extinguirão consultores financeiros do mundo dos investimentos.

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Pesquisa revela que 84% dos investidores acreditam que esses profissionais sempre serão necessários e não haverá a substituição deles por tecnologias que viabilizam a tomada de decisão de forma automatizada.

Uma leitura rápida nos jornais, revistas, portais, blogs e outras fontes de informação que se dedicam a prever o que acontecerá no futuro do mundo dos investimentos pode levar a uma conclusão fácil: à medida que se espalham os chamados robôs advisors e se desenvolvem cada vez mais algoritmos poderosos com capacidade de analisar e prever cada movimento da economia, mais os consultores financeiros humanos perderão espaço até que desapareçam completamente deste ecossistema.

Mas apesar de fácil, essa análise tem grandes chances de não ser precisa. Um estudo divulgado no início de abril mostrou justamente o contrário. Segundo o levantamento, apesar de toda evolução tecnológica, o conselho de um ser humano ainda é, e provavelmente sempre será levado em consideração com a máxima relevância pelos investidores.

O trabalho feito pelo Wells Fargo em parceria com o Gallup Investor e o Retirement Optimism Index no primeiro trimestre de 2019, trouxe como principal constatação a opinião passada por 84% dos investidores de que os consultores financeiros sempre serão necessários e não serão substituídos pela tecnologia de investimento automatizado.

De acordo com reportagem publicada pelo portal Finextra, a pesquisa foi realizada em fevereiro e entrevistou 1.029 adultos norte-americanos com US $ 10.000 ou mais investidos em ações, títulos ou fundos mútuos.

Entre os entrevistados, 56% trabalham com um consultor financeiro e 22% gostariam de trabalhar com um deles, o que comprova o desejo dos investidores em continuar contando com as orientações dos conselheiros ao poupar, investir e se preparar para a aposentadoria.

Deste grupo, 73% declararam que os benefícios financeiros advindos do aconselhamento profissional valem o custo. Ao classificar os serviços importantes ou críticos prestados por consultores financeiros, os investidores citaram aspectos como “manter-me motivado e acompanhar meus objetivos financeiros” (69%), “entender minha vida pessoal e dinâmica familiar” (63%) e ajuda a esclarecer valores de vida mais amplos e metas (55%).

Apesar de toda a fidelidade aos consultores humanos, os participantes da pesquisa não deixaram de demonstrar interesse nas potencialidades oferecidas pelas inovações tecnológicas.

Mesmo com um patamar de apenas 24% afirmando usar atualmente tecnologia de investimento automatizado para seus próprios investimentos sem a assistência de um consultor, 56 % por cento disseram que prefeririam trabalhar com um consultor financeiro que use ferramentas de investimento automatizado.

Ou seja, o recado é bastante claro para custodiantes e gestores: os investidores desejam continuar com o relacionamento humano ao planejar suas movimentações no mundo financeiro, mas ao mesmo tempo, eles estão preparados para adotar a tecnologia como parte do processo.

A Sinqia oferece um pacote completo de soluções que permite integrar a sensibilidade humana dos assessores financeiros às mais modernas ferramentas tecnológicas de forma que eles possam trabalhar juntos para ajudar os investidores a alcançar suas metas e garantir a rentabilidade da corporação.

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Otávio Barros